9 de fevereiro de 2014

Epílogo- Esse é o fim das Chuvas de Machester

A estatua estava lá para provar que naquele lugar Anthony Vipero Sollen tinha derrotado Sam. Adélia tinha me dito que o corpo de Sam estava enterrado ali. Ela era sacerdotisa do Sollenismo, onde Sollen era o deus que salvou os habitantes do mal. Ela disse que ele lutou com Sam por quatro dias e o derrotou todos os dias, no ultimo dia um espirito negro saiu do corpo do garoto esse era o mal, Sam, o garoto foi salvo. Saímos em direção a casa do deus, ela também disse que o conheceu.

7 de fevereiro de 2014

Ato Treze

- Road, Damon, Alvus e Tryde, vocês viram e ouviram muito bem tudo que aconteceu aqui- seus rostos esboçavam uma mistura de raiva, indignação e desconfiança. - eu sei que não confiam neles, nem eu confio totalmente neles, mais não colocaria vocês pra fazer oque eles vão fazer. Road eu quero um corpo para dizer que era o de Alice, diga que foi o pai dela que achava que fui eu que fiz alguma coisa, você inventa e faz o boato rolar, não contem a Branca o que aconteceu aqui embora não quero lhe dar esperanças. Alvus sei que você conheceu o outro lado e vai com Damon e matam quem se opor a eles.- eles ainda me olhavam e nada falavam- Road você vai para Hogwarts e monte uma base lá, se nada der certo ela será a ultima fortaleza e por ultimo e não menos importante meu caro Tryde vai repetir os passos do ministro Hitches, também sei que você já sabe o pedido dele.
- Foi a imortalidade Sollen, posso perguntar o porquê de mandar esses dois para o outro lado?
- Simples meu caro amigo, o livro que contem o feitiço da viajem temporal está lá e eu o quero, faz parte dos meus planos, mais alguém tem algo a dizer? Ninguém, que coisa prefiro as reuniões mais acaloradas. Podem ir!- todos desaparataram. Alguém bateu na minha porta, estranhei, pois era bem tarde, andei até a porta e abri com a mão esquerda, na direita empunhava minha varinha, minha surpresa foi maior ao ver quem era na porta Dimitri Hitchens.
- Ministro a que devo essa honra?
- Poderia antes entrar? Aqui está frio. - deixei-o entrar, levei-o ao meu escritório, outrora do meu falecido pai. Sentei na cadeira e com as mãos entrelaçadas tocando meu queixo perguntei- O que você quer Hitchens?- meu tom era autoritário, afinal eu estava em casa e se algo acontecesse culparia os nórdicos ou os espanhóis!
- Sollen- ao falar meu nome parecia que riria- você tem feito muito e mostra pouco quero saber o por quê?- ele estava novamente sem cartola, uma vez eu até entendo, mas todas às vezes... Não é ele.
- Se você me disser quem é digo-lhe oque quer saber.
- Pois muito bem, me chamo Russel Vipero Sollen!- eu comecei a rir.
- Meu irmão morreu, Alice o matou.
- Você mais do que ninguém sabe que sou bom em sumir.
- Pois muito bem Sr. Sollen diga-me como nosso pai foi até a outra dimensão?- ele nem piscou para responder.
- Ele me usou, eu tinha sido transformado em zumbi.
- Ainda duvido de você, lá vai a segunda pergunta. Quando foi a primeira vez que nos encontramos?
- Em nossa casa enquanto ela estava no pico da neblina.
- Muito bem informado você, mais até do que devo admitir, agora a ultima pergunta uma coisa que só disse a três pessoas, duas delas não estão mais nessa dimensão. Oque aconteceu com Erick Vipero?- a expressão dele mudou uma espécie de fúria e ódio.
- Você o matou irmãozinho.
- Você é você, agora outra pergunta onde está Hitchens?
- Está num calabouço sem membros, sem braços e pernas assim aquele ser não vai o salvar, agora e seus planos.
- Meus planos vão muito bem, obrigado por perguntar, agora a que devo essa visita?

- Temos muito a conversar- ele se sentou.

5 de fevereiro de 2014

Ato Doze

Eu peguei a varinha do corpo dele e sai, o corredor estava escuro, algo se aninhou na minha perna, tinha um pelo macio e era pequeno, continuei andando em direção da escada, ouvi um uivo vindo lá de baixo, sabia que não conseguiria aparatar de dentro da casa, escutei Road falando lá embaixo:
- Deveria ter matando ela, ele vai desistir de tudo por causa dela, nos conseguiríamos tudo, dominaríamos o mundo, trouxas e bruxos, todos os países teriam de se submeter a nosso domínio, aquele idiota vai sessar a guerra vai acabar e todos os segredos vão ficar guardados. – eu desci e vi que ela não estava mais lá, a lareira estava acessa, uma cadeira estava ocupada e uma mão pegou uma taça de vinho que estava na mesa.
- Vejo que você está viva!- a voz era de Edward, mas não poderia ele estava morto- Você é muito mole Sollen!- Anthony pegou-me pelos ombros colocou sua boca em meus ouvidos e disse:
- Gracias por todo mi amor gracias por tanto calor no tengas miedo pues todo irá bien aunque me veas llorar, te debo tanto mi amor te quiero pedir perdón, por no saber cómo hacer te feliz por marchitar una flor.
- Do que se trata isso, e quem era aquele no quarto?- Edward se pronunciou logo após Anthony me soltar.
- Aquele minha cara Alice era seu pai- ele tinha um ar de vitória no rosto junto com um sorriso louco, já Anthony não me olhava, ficava fitando a lareira.
- Eu vou lhe mandar para uma missão, ambos teremos que fazer coisas que não gostamos, você Sammy- ele falava de Edward, mas nunca ouvi ninguém o chamar assim. - vai voltar à outra dimensão e pegar algo que esqueci lá!- pensei que ele iria protestar, mas só balançou os ombros- e você minha cara esposa, vai atrás do anel dos deuses e também das descendentes de Angélica Lacerda!
- Mas ela morreu antes de dar a luz, isso é impossível!- claramente pude perceber que ele se divertia com minha falta de informação, aliais os dois estavam sorridentes.
- Se você tivesse lido o diário dela saberia do que esta falando, ela morreu no dia que a filha nasceu isso é trágico de fato, só descobri isso ligando os fatos dos diários. E mais uma coisa, isso serve para os dois, deem as mãos- nos obedecemos- palavras tem poder, qualquer perigo digam Mago de Oz!- Depois que ele disse as palavras me encontrei em um turbilhão negro, devo ter passado algumas horas, ai cai.
Acho que ele se enganou, eu estava na Inglaterra. Vi uma estatua um tanto familiar, me aproximei dela e vi o porquê, era Anthony. Uma pessoa ia passando e a parei:
-Oi, onde estou?- ela me olhou com dó.
- Estamos na Inglaterra querida, você está bem?
- Acho que não, que ano é esse? - lhe respondi
- Hoje são 23 de Janeiro de 16 D.S, espero que Sollen lhe ajude. – Ele riu antes de me mandar pra cá, desgraçado.
- D.S?

- Depois de Sollen!

3 de fevereiro de 2014

Ato Onze

Ela me olhava com ódio no olhar, quase que ela me arranha quando peguei um pedaço da pizza.
- Sabe não pretendo ir mais a guerra, já consegui meu prêmio. Darei as ordens e tirarei meus vassalos da linha de frente, deixarei com que Dimitre Hitches comande, minhas pesquisas foram bem conclusivas, ele só poderá morrer se o poder da fonte dos desejos for sobrepujado.
- Você não tem poder para isso, nem se tomasse os segredos do norte! Nem tomasse os poderes de Halleck, só se tomasse os poderes da estrela! Você não pretende fazer isso pretende... - olhei-a bem de perto e sorri.
- Quando pretendia me dar essa informações, por outro lado eu posso ganhar espólios de guerra, esses poderes, o Mjonir, a estrela, na verdade pretendia convocar o verdadeiro Damon Sollen! E até os irmãos Honhenhein. Acho que com todos esses poderes posso matar ele. Ele matou minha mãe, mesmo que ela tenha virado Lady Halleck, eu o quero morto! Eu tenho algo a te falar, nosso afilhado morreu a culpada já levou o que merecia sua prima já deu cabo de Lady White e da família dela, filhos, marido, mãe. Eu indiquei meu tio como Lorde do sul. Tenho duas opções para com você, posso te matar, o que seria fácil, ou poderemos voltar a fachada que é nosso casamento!- ela se levantou me abraçou, sua mão desceu e me beijou, depois disse:
-Depois de hoje você vai encontrar sua mãe, seu pai, seus irmãos Erick e Russel!- ela me empurrou e me empalou, minhas forças estavam acabando, só consegui dizer:

-Você errou!