5 de dezembro de 2013

Ato Oito

Fiquei um pouco descontente por meu afilhado, não iria parar a guerra por nada, nem por ele! Teria minha vingança contra Edward e Alice voltaria para min nem que fosse dentro de um caixão, não sabia dizer se ainda a amava ou não, um turbilhão de sentimentos fazia meu coração girar. Naquela noite não tive sono, então fiquei repassando os planos, eu Road e Tick-Mick atacamos junto com os lordes de cara e meu exercito ataca por traz e pelos lados, seria um bom plano e não era meu, mas tinha uma falha o elemento surpresa, eu não o tinha comigo, Edward conhecia meu exercito, e meu amigo ministro fez o favor de dar seus planos de bandeja ao inimigo, acabamos de sofrer uma baixa, se bem que se ela fosse à guerra eu a mataria, ela matou meu afilhado, aquela vadia da Margaryh White. Eu e Cyril tivemos uma conversa com o ministro, uma ideia para nós dar mais algum tempo, ele tinha algum prestigio e sozinho conseguiria mais aliados, ele teria que me dar o controle do ministério, forjando sua morte poderíamos colocar a Inglaterra contra Edward. Mesmo que eu não quisesse admitir meu afilhado Antônio me fez pensar porque milhões teriam que lutar uma batalha de três, ele conseguiu mexer comigo naquele dia. O sono já estava chegando e eu não iria lutar, antes de me entregar ao sono escrevi uma carta destinada a Alice.
“Sei que você deve ser a ultima pessoa da terra a querer falar comigo, sei de tudo que fiz e tudo que te fiz passar, nada foi como esperávamos eu sei, mas, será que não mereço nem mais uma chance, todos merecem até eu, eu acho, se quiser conversar, me encontre na nossa casa no pico da neblina, dia 24 de dezembro às 10 horas da noite, se não aceitar pelo menos mande a coruja de volta.”
 De: Anthony Vipero Sollen.
Faltavam exatamente três dias para o natal, pedi a Cyril para comandar os assuntos bélicos enquanto eu passava o feriado no brasil. Fiz uma replica da minha casa e a fiz ir ao pico da neblina. Não sabia dizer se ela iria ou não, mas a coruja voltou ao meio dia, eu também não pedi uma resposta dela, só pedi uma chance para conversar. A casa já estava decorada como minha antiga governanta Mrs. Print fazia, escolhi um pinheiro e trouxe para casa, só tinha o presente de Eddard, não sei bem o que era, pois deixei isso nas mãos de Road, que insistiu que a deixasse ficar caso fosse uma armadilha, mas ela não sabia que eu já tinha um plano, se eu desapartasse da casa e ainda tivesse alguém lá a casa explodiria.

Mandei uma coruja ao meu amigo fiscal Vinícius Machado, queria que Cyril tivesse uma audiência com o presidente bruxo do Brasil. Queriam eles comigo, a América central já estava, bruxos e mais bruxos foram se encontrar com o representante de Julien Lanchester no castelo do Caribe. Todos os países me juraram fidelidade com uma condição, os Estados Unidos e o Brasil estarem na minha aliança contra o norte. Em compensação, Portugal, Espanha, França, Holanda, China, Coreia do Norte, Rússia e a Groelândia se juntaram a Edward. Passei os dias lendo os diários do meu pai, aprendi um ou dois feitiços novos, descobri o porquê ele se juntou a Voldemort, o porquê de se esconder em Hogwarts e também como. O dia chegou e fiz algumas comidas típicas Brasileiras. Tudo estava pronto para um jantar, mandei o gato embora, pois não sabia se conseguiria desaparatar com ele. Segui para um cabelereiro no Pará mesmo, cortei meu cabelo curto e espetado e a barba ao estilo de Siegfryd. Voltei para casa já eram dez para dez, fiquei meio apreensivo, mas exatamente às dez horas ela apareceu na minha lareira.

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