Lagrimas caiam dos meus
olhos ao terminar de ler aquela carta, vi a preocupação em seus rostos, a
provocação era normal éramos amigos, mas naquele momento não poderiam fazer
nada para me ajudar. Só eu tinha aquele poder. Dei a chave do meu carro a
Hermione e falei:
- Não confio neles para
dirigirem meu bebê, por favor, leve-o em segurança a minha casa, obrigado por
tudo- vi no rosto deles que ficaram desapontados com o rumo da nossa tarde em
grupo- não fiquem assim não vou fugir de novo, eu acho. - sorri, eles seguiram
meu exemplo- mandem minhas lembranças a Gina e ao ministro Hitches!
-Não éramos o trio de
Hogwarts e sim o quarteto de Hogwarts, mesmo com você metido em suas confusões
estava sempre conosco quando precisávamos, e nós nunca o ajudávamos em nada-
interrompi Harry.
- Vocês são os melhores
amigos que alguém poderia querer. E não poderiam me ajudar, morreriam na certa.
Quase não sobreviveram ao ataque do polteisgast- seus rostos mudaram de
expressão- mas não se preocupem, só venci uma batalha sem ajuda por que o resto
se eu for pensar é de causar pena, - agora eles começaram a rir- e com isso me
despeço tenho problemas a resolver. - desaparatei.
Apareci em um castelo
antigo que tinha um cheiro de mar, só com a minha presença o castelo ganhou
vida, sentei em meu trono e chamei.
-Alvos, Damon, Roy, Armand,
Lestat, Marius, Roud, Tick-Mick, Conde, Noés.- um a um eles apareceram conforme
meu chamado, cada um que aparecia me saldava:
- Lord Lanchester!
- Meus caríssimos amigos, a
mais de 10 anos que não os vejo, tio Roy; meu querido parente Damon; Alvos meu
amigo; meu trio de vampiros favoritos: Armand cuidado com as donzelas de hoje,
podem confundi-lo com Edward Cullen; Marius cuidado com a bebida; e Lestat meu
velho amigo como tem passado; e vocês a mais bela família que eu já vi,
Tick-Mick; Conde do Milênio; minha querida Roud Camelot; e seu pai Cyril
Camelot; Lulubel; Skin Bolick; Jasdevi e Divitto; e vocês que lutaram por min e
eu ainda não sei o nome, é uma audácia não o saber. Quero encarecidamente pedir
a ajuda de vocês. Minha querida esposa fugiu... - fui interrompido.
- Aquela que após 2 anos de
casamento você deixou- indagou meu tio.
- Isso mesmo Roy Vipero,
isso mesmo, estou para detonar uma guerra entre Grã-Bretanha e Espanha em busca
de minha esposa, e gostaria de saber se seus antigos votos ainda são validos. -
todos os murmúrios da sala cessaram, todos olhavam diretamente para o trono,
para min. Damon e Alvos se olharam e meu parente falou:
- Estamos com você e nossa
casa está a seu dispor!
- Nós os Noés estamos com
você Sollen!
- Nós os vampiros estamos
com você!
- Eu meu querido sobrinho, -
por um momento a tensão da sala fez presente. – estou com você. Anthony Vipero
Sollen!
- Então preparem suas armas
que a guerra começará em 3 meses. As casas de Lannister e Fellatio sentirão a
ira de um Lanchester. - todos eles desaparataram, eu fui o ultimo a sair. Fui
para minha casa, meu carro ainda não estava lá, mas podia perceber que tinha
alguém na casa. Entrei com varinha em punho, tinha a sensação que as sombras me
seguia, mas aquilo não era possível. Eu mesmo o destruí, então Edward Allen
estava sentado na minha poltrona.
- Demorou demais na sua
reunião! Estou magoado de não ter sido convidado- eu interrompi sua encenação.
- Vamos logo Ed, não tenho
a noite toda, oque você quer- eu fui direto ao ponto.
- Ela não quer ser
encontrada, e não está na Espanha como você pensa, - minha expressão facial
mudou. Não o atacaria não em minha casa, olhei a cicatriz em sua mão, eu mesmo
a tinha feito.
- Eu só tenho uma pergunta
querido amigo- eu não tinha o direito de fazer nada, eu fugi e ela seguiu com a
vida dela, mais ainda assim eu era o “corno”. - Você e ela, tiveram alguma
coisa.- indaguei.
- Sim, há pouco tempo ela
se separou de min por que teve uma noticia sua, um vampiro idiota chamado
Lenox, ouviu que ela oferecia muito dinheiro e falou conosco ela não hesitou e
foi atrás de você, agora esta no Valrrala, comigo.
Levantei a varinha e meu
patrono saiu em direção à casa do meu tio, ele trataria de falar aos outros que
meus planos tinham mudado. Eu não tinha palavras para expressar o que eu estava
sentindo, ele ainda estava lá me olhando. Apontei minha varinha para ele
rapidamente sem lhe dar chances e o fiz desaparecer da minha casa, sentei na
cadeira do meu pai. Eu não tinha o direito de fazer aquilo. Deveria pedir
desculpas a ela, eu errei e ela pagou o preço, agora eu estava sofrendo as
consequências dos meus atos. Em meio a esses pensamentos dormi, meu sonho mudou.
O mundo estava acabando em guerras e meu exercito esmagava vários outros, ouvia
vários gritos de clemencia e adorava aquilo, então o sonho mudou, vi Alice com
um anjo, que era Edward, um arconte na verdade, eu via aquilo impotente, sem
poder fazer nada, eles dois juntos se beijando. Então eu acordei sabia o deveria fazer.
Declararia guerra ao norte, teria apoio do Japão com certeza. Com certa dose de
sorte poderia convencer Dimitre a me apoiar, isso já me bastaria, Damon
conseguiria o apoio da Romênia. Será que eu tinha esse direito de começar uma
guerra por causa de uma mulher, lembrei-me de Troia, quando Helena fugiu com
Paris e Menelau começou uma guerra, no final- pelo menos do filme- Helena foge
com Paris. Será que eu tinha o direito de deflagrar a terceira guerra mundial,
então algo inesperado aconteceu, um patrono de uma loba apareceu, e disse:
- Me encontre na torre
Eiffel às 2 horas da manha!- depois disso o patrono sumiu, olhei o relógio eram
01h40min da madrugada, daria tempo de um banho. Tomei banho, tomei um copo de
água e desaparatei.
Aos pés da torre, uma
pessoa envolta nas sombras da noite me esperava, eu não conhecia o patrono, por
isso mandei chamar meu grupo de atacantes favorito, Roud Camelot e Tick-Mick,
eles ficariam atentos para que eu não sofresse um ataque de um grupo de bruxos,
eu posso ser poderoso, mas não consigo dar conta de mais de cinco bruxos ao
mesmo tempo.
- Você demorou Anthony
Sollen, achei que iria faltar o nosso encontro- eu não reconheci a voz então
deixei a pessoa continuar a falar. – você não está me reconhecendo não é mesmo,
seria muito querer que se lembrasse de min, quando foi a exatamente há 13 anos
nosso ultimo encontro. Temo não lhe trazer boas noticias! Meu nome é Branca Di
Angello. Fui eu que lhe avisei da traição de Bryan Krastark.
Agora me lembrava
exatamente de quem era ela, uma ruiva, alta, olhos verdes. Pela primeira vez me
pronunciei:
- Entendo que tenha me
ajudado naquela vez, mas porque agora, quando uma guerra está eminente, seria
mais sensato manter-se longe do conflito. - quando era mais novo não confiava
em muita gente e agora então não iria mudar meu pensamento.
- Minha família foi quase
extinta pelos nórdicos, agora tenho chance de me vingar. – agora estava tudo
explicado. Ela se aliou ao grupo que iria bater de frente com os assassinos da
família dela, acho que faria isso com qualquer grupo que assim o fizesse.
- Tem certeza minha bela
jovem, eu só tenho um interesse, - logo me lembrei do que Edward me falou-
vingança, e vou acabar com tudo e todos que entrarem no meu caminho,
propositalmente ou não. - vi sua expressão mudar, uma espécie de horror e medo-
Dessa vez vou entrar de frente e não esperar o meio da luta. - minha exaltação
diminuiu e falei calmamente- Claro que você pode se juntar ao meu exercito, agora
em que você pode contribuir. – parei um segundo e falei- Qual a má noticia que
você me traz a essa hora da noite.
-O numero de adeptos das
ideias de Edward tem aumentado a cada dia... – eu comecei a rir compulsivamente.
- Ele não é um líder, não
saberá como lidar com seus soldados, ao contrario de mim minha cara Branca, se,
por exemplo, isso fosse uma armadilha com varias pessoas para me matar eu teria
Tick-Mick e Roud Camelot- ao falar seus nomes eles apareceram- para uma
batalha, agora se fosse um exercito, os vampiros apareceriam- quando disse isso
eles apareceram pendurados na torre-, isso é ser um líder, é estar preparado
para tudo, é saber o que sua rival pensa, como ele pensa cada ínfima
possibilidade. Vão! – os vampiros foram embora- Tick ela será sua discípula e
até a guerra responderá diretamente a você, ensine a ela suas táticas de se
manter nas sombras, vá!- Tick desaparatou junto com ela- Já você minha cara
Roud, faça minha amada esposa ter os piores pesadelos da vida dela. Pode ir.
Novamente eu estava só em
frente à torre Eiffel, tinha impressão que alguém me observava, só não sabia de
onde, mas não iria fugir em nenhuma situação, se fosse morrer, iria fazer isso com
honra e levaria muitos comigo.
- Julian Lanchester. – meu
corpo ficou frio, cada parte do meu corpo ficou parada, como se tivesse sido
congelada. – Há quanto tempo não nos encontramos. Será que posso chama-lo de
filho, Anthony. Você teve um caminho longo até aqui e tem a chance de controlar
o mundo, não a jogará fora por causa de uma mulher. – cada palavra dita, era
como se fosse uma faca acertasse meu corpo.
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