Eu e meu pai saímos em
direção ao último andar da torre, a cada passo era escutado um relâmpago, subíamos
degrau por degrau sem emitir nenhum som além do barulho dos sapatos batendo na
madeira da escada.
- Você me esconde alguma
coisa, você quer me matar é isso? – ele era realmente um bom ator porque em
momento algum ele alterou a voz, sempre usando o tom de voz habitual. – E
parabéns você é um bom oclumente.
- Obrigado, mas você vai me
deixar no escuro mesmo? Tem algo que você esconde de mim, claro eu sou seu
filho vim de outra dimensão, mandei minha esposa e meu melhor amigo para cá
para achar um livro e seu anel perdido, lhe devolvi seu anel, mas claro isso
não é nada que possa mostrar que sou de confiança.
- Seu sarcasmo me
impressiona as vezes.- ele era realmente um psicopata
- Você o grande bruxo não
encontra o outro criador desse mundo. Justo agora que eu não consigo sair, e
como você disse temos menos de 4 horas, brilhante onde eu fui me meter? – cada célula
do meu corpo me mandava sair daquele lugar, meu andar estava mais pesado, meu
braço começou a tremer e meu coração a acelerar, coloquei a mão no bolso só
para sentir minha varinha.
- Você só faz barulho
Anthony, ainda parece um garoto. – ele parecia inalteradamente calmo, apenas
com picos de irritação.
- Está meio irritado Grande
S, talvez seja o risco eminente de extinção ou fato de você não conseguir ler
meus pensamentos? – chegamos ao quarto dele. Ele estava procurando um livro na
estante e eu olhava o quarto. Era todo de madeira, como uma casa antiga, uma
cama relativamente grande, velas apagadas por todo lado e vários livros todos
espalhados, isso não fazia o estilo dele, ele era bem organizado, talvez fosse
o medo de morrer.
- Se você tivesse a chance
de escolher 3 para salvar...
- Você está dizendo que só
quatro pessoas podem ser salvas! – então meu plano seria preciso.
- Quem você salvaria?
- Damon, Russel e você.
- Você não salvaria suas
filhas? Não sei por que não fico surpreso.
- Eu estou tendo umas ideias
- Conte-me mais, se você
souber mesmo poderemos fazer com que eu não encontre aquele safado do Tony
Mikaelson que me fez criar esse mundo.
- Não se pode alterar o
tempo jovem padalwan, se eu o fizesse não teria porque vir aqui. Mantenha a
calma nós encontraremos um jeito de sairmos daqui.
- Anthony Sollen querendo
salvar seu pai da extinção que comovente, embora ache que você quer algo de mim
vindo aqui me salvar.
- Salvar o mundo velho pai é
o que tenho feito desde jovem e agora tenho que fazer de novo. – ele era uma
ator e tanto sendo irônico perto da extinção.
- Você quer dizer se salvar
e é tudo que tem feito, buscando seus objetivos sem se importar com quem feri
ou quem passa por cima, você é um verdadeiro psicopata.
- A claro falou o cara que
ajudou...- alguém batia a porta nós sacamos nossas varinha e esperamos, a porta
se abria devagar e eu conseguia escutar o barulho do meu coração batendo até
que Rumpelstiltskin entrou
no quarto e baixei a varinha.
- Senhor Siegfryd. – ele com
a alegria habitual fez uma reverencia. – Amigo Anthony. – ele pulou de onde
estava me abraçou e voltou com outro pulo e uma risada.
- Então esse palhaço anão é
sua carta na manga meu filho? – meu pai parecia decepcionado e Rumpe percebeu e
pareceu que iria chorar.
- Pai esse anão de cabelos loiros
e 1,50 de altura é o ser das trevas, Rumpelstiltskin. Ele é do ano de 1300 e
veio nós ajudar com nosso problema. Tony Mikaelson – ele pareceu surpreso,
realmente algo que não esperava ver em meu pai.
- Entendo, então você leu
minha mente- a expressão dele foi muito divertida de se ver, foi da surpresa a
raiva, passado por um leve sorriso de orgulho. Rumpe não parava de olhar para o
meu pai e rir. Meu pai olhou ele com um ar de superioridade e fez algo que me
pegou totalmente de surpresa:
- Olá papai! – eu tinha intendido mal aquelas palavras em alemão só
podia.
- Você chamou ele de papai? –
eu apontava para Siegfryd e via meu corpo tremendo, além de Rumpe rindo como
uma criança e pulando de um lado pro outro.
- Claro garoto estupido. –
eu ainda estava pasmo quando vi meu pai apontar a varinha. – Expulso.
Eu sai voando depois de
bater e quebrar a janela, mas não estava caindo eu estava voando, mas não
estava olhando para baixo não via nada além das nuvens de tempestade e raios,
até um raio me atingir e eu apagar.
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