8 de junho de 2014

Rumpelstiltskin - Ato Sete

Eu e meu pai saímos em direção ao último andar da torre, a cada passo era escutado um relâmpago, subíamos degrau por degrau sem emitir nenhum som além do barulho dos sapatos batendo na madeira da escada.
- Você me esconde alguma coisa, você quer me matar é isso? – ele era realmente um bom ator porque em momento algum ele alterou a voz, sempre usando o tom de voz habitual. – E parabéns você é um bom oclumente.
- Obrigado, mas você vai me deixar no escuro mesmo? Tem algo que você esconde de mim, claro eu sou seu filho vim de outra dimensão, mandei minha esposa e meu melhor amigo para cá para achar um livro e seu anel perdido, lhe devolvi seu anel, mas claro isso não é nada que possa mostrar que sou de confiança.
- Seu sarcasmo me impressiona as vezes.- ele era realmente um psicopata
- Você o grande bruxo não encontra o outro criador desse mundo. Justo agora que eu não consigo sair, e como você disse temos menos de 4 horas, brilhante onde eu fui me meter? – cada célula do meu corpo me mandava sair daquele lugar, meu andar estava mais pesado, meu braço começou a tremer e meu coração a acelerar, coloquei a mão no bolso só para sentir minha varinha.
- Você só faz barulho Anthony, ainda parece um garoto. – ele parecia inalteradamente calmo, apenas com picos de irritação.
- Está meio irritado Grande S, talvez seja o risco eminente de extinção ou fato de você não conseguir ler meus pensamentos? – chegamos ao quarto dele. Ele estava procurando um livro na estante e eu olhava o quarto. Era todo de madeira, como uma casa antiga, uma cama relativamente grande, velas apagadas por todo lado e vários livros todos espalhados, isso não fazia o estilo dele, ele era bem organizado, talvez fosse o medo de morrer.
- Se você tivesse a chance de escolher 3 para salvar...
- Você está dizendo que só quatro pessoas podem ser salvas! – então meu plano seria preciso.
- Quem você salvaria?
- Damon, Russel e você.
- Você não salvaria suas filhas? Não sei por que não fico surpreso.
- Eu estou tendo umas ideias
- Conte-me mais, se você souber mesmo poderemos fazer com que eu não encontre aquele safado do Tony Mikaelson que me fez criar esse mundo.
- Não se pode alterar o tempo jovem padalwan, se eu o fizesse não teria porque vir aqui. Mantenha a calma nós encontraremos um jeito de sairmos daqui.
- Anthony Sollen querendo salvar seu pai da extinção que comovente, embora ache que você quer algo de mim vindo aqui me salvar.
- Salvar o mundo velho pai é o que tenho feito desde jovem e agora tenho que fazer de novo. – ele era uma ator e tanto sendo irônico perto da extinção.
- Você quer dizer se salvar e é tudo que tem feito, buscando seus objetivos sem se importar com quem feri ou quem passa por cima, você é um verdadeiro psicopata.
- A claro falou o cara que ajudou...- alguém batia a porta nós sacamos nossas varinha e esperamos, a porta se abria devagar e eu conseguia escutar o barulho do meu coração batendo até que Rumpelstiltskin entrou no quarto e baixei a varinha.
- Senhor Siegfryd. – ele com a alegria habitual fez uma reverencia. – Amigo Anthony. – ele pulou de onde estava me abraçou e voltou com outro pulo e uma risada.
- Então esse palhaço anão é sua carta na manga meu filho? – meu pai parecia decepcionado e Rumpe percebeu e pareceu que iria chorar.
- Pai esse anão de cabelos loiros e 1,50 de altura é o ser das trevas, Rumpelstiltskin. Ele é do ano de 1300 e veio nós ajudar com nosso problema. Tony Mikaelson – ele pareceu surpreso, realmente algo que não esperava ver em meu pai.
- Entendo, então você leu minha mente- a expressão dele foi muito divertida de se ver, foi da surpresa a raiva, passado por um leve sorriso de orgulho. Rumpe não parava de olhar para o meu pai e rir. Meu pai olhou ele com um ar de superioridade e fez algo que me pegou totalmente de surpresa:
- Olá papai! – eu tinha intendido mal aquelas palavras em alemão só podia.
- Você chamou ele de papai? – eu apontava para Siegfryd e via meu corpo tremendo, além de Rumpe rindo como uma criança e pulando de um lado pro outro.
- Claro garoto estupido. – eu ainda estava pasmo quando vi meu pai apontar a varinha. – Expulso.

Eu sai voando depois de bater e quebrar a janela, mas não estava caindo eu estava voando, mas não estava olhando para baixo não via nada além das nuvens de tempestade e raios, até um raio me atingir e eu apagar.

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