6 de dezembro de 2013

Ato Nove

Havia exatamente cinco meses desde a ultima vez que o vi, ele estava com um rosto triste, parecia ter passado a noite em claras, fiquei curiosa e apreensiva para saber oque ele queria falar comigo, fui tola ao achar que Ed me receberia de volta com os braços abertos depois da minha ida ao Brasil atrás de Anthony, ele estava magoado e tinha razão, eu o larguei.
- Anthony Vipero Sollen, faz 16 anos que nos conhecemos e soubemos que nosso destino estava ligado. Quando o ovo de Damon apareceu!- ele me olhava com uma cara de choro, parei, ele foi buscar a comida e nada falou. Ele trouxe um frango assado, arroz a grega e as bebidas, eu me servi e esperei ele comer. Ele se serviu e antes de comer ficou olhando para mim com uma cara risonha e então comeu. Eu fiz o mesmo, ele se serviu com vinho, os olhos dele brilhavam com a muito tempo eu não via.
- Alice Fellatio ou Alice Lannister?- ele ainda tinha o sorriso no rosto, mas não olhava para min.
- Ai só depende de você!- ele olhou nos meus olhos se levantou, pegou minhas mãos me puxou e me deu um beijo.
- Você- dei-lhe uma tapa- é o mesmo garoto de 16 anos atrás... - ele não me deixou terminar, me puxou para junto de seu corpo e me beijou novamente! Quando finalmente me soltou me conduziu ao meu lugar e voltou ao seu olhou no relógio e riu de novo.
- Espero que se agrade com essa noite minha cara Alice Sollen!- Não sei porque mas fiquei vermelha, ele levantou a taça e disse- a você!- Edward apareceu.
-O que está fazendo aqui com ele Alice?- Anthony como se soubesse se levantou e seguiu andando até as minhas costas e perguntou baixinho:
- Ele ainda é o Arconte- respondi negativamente com a cabeça, ele foi até a árvore, tinham dois presentes, ele os pegou e deu um a mim e a Edward.
- Feliz Natal!- pegou minha mão e desaparatou!
Pelo menos foi isso que eu pensei, ainda estávamos em casa, barulhos de pessoas descendo a escada, Road Camelot, Tick-Mick e uma ruiva que eu não reconhecia.
-Sollen, o que você fez, a explosão deu para ser sentida daqui!- como assim explosão, não tinha sentido nada.
-Minha cara Road, você não imagina o que eu fiz. - ele estava radiante, com um sorriso maldoso, abri o presente que estava em minhas mãos, tinha um bilhete dizendo:
“Parabéns, você está viva, mas seu companheiro não, feliz natal, esses são os votos do Lord Julien Lanchester para você.”
-Você matou Edward. – indaguei, ele tinha um ar de satisfeito no rosto.

-Matei, vingança é um prato que se come frio pelas beiradas, como já dizem os brasileiros, eu sabia que ele viria e preparei essa armadilha, não ficou boa. Para enganar o inimigo primeiro tem que enganar os amigos. Nem Road, nem Tick, nem ninguém sabia do meu plano, só perceberam por causa da explosão, sinta-se honrada por ainda estar viva Alice Lannister Felatio.  Branca meu amor, faça o favor de colocar nossa convidada ao quarto dela e reforce as defesas da casa, ninguém mais aparata ou desaparata de dentro desta casa, e nossa convidada não ira sair do quarto, vocês podem usar de força se ela o tentar- ele se virou para mim- suas varinhas- não tive escolha, dei minhas varinhas a ele.

5 de dezembro de 2013

Ato Oito

Fiquei um pouco descontente por meu afilhado, não iria parar a guerra por nada, nem por ele! Teria minha vingança contra Edward e Alice voltaria para min nem que fosse dentro de um caixão, não sabia dizer se ainda a amava ou não, um turbilhão de sentimentos fazia meu coração girar. Naquela noite não tive sono, então fiquei repassando os planos, eu Road e Tick-Mick atacamos junto com os lordes de cara e meu exercito ataca por traz e pelos lados, seria um bom plano e não era meu, mas tinha uma falha o elemento surpresa, eu não o tinha comigo, Edward conhecia meu exercito, e meu amigo ministro fez o favor de dar seus planos de bandeja ao inimigo, acabamos de sofrer uma baixa, se bem que se ela fosse à guerra eu a mataria, ela matou meu afilhado, aquela vadia da Margaryh White. Eu e Cyril tivemos uma conversa com o ministro, uma ideia para nós dar mais algum tempo, ele tinha algum prestigio e sozinho conseguiria mais aliados, ele teria que me dar o controle do ministério, forjando sua morte poderíamos colocar a Inglaterra contra Edward. Mesmo que eu não quisesse admitir meu afilhado Antônio me fez pensar porque milhões teriam que lutar uma batalha de três, ele conseguiu mexer comigo naquele dia. O sono já estava chegando e eu não iria lutar, antes de me entregar ao sono escrevi uma carta destinada a Alice.
“Sei que você deve ser a ultima pessoa da terra a querer falar comigo, sei de tudo que fiz e tudo que te fiz passar, nada foi como esperávamos eu sei, mas, será que não mereço nem mais uma chance, todos merecem até eu, eu acho, se quiser conversar, me encontre na nossa casa no pico da neblina, dia 24 de dezembro às 10 horas da noite, se não aceitar pelo menos mande a coruja de volta.”
 De: Anthony Vipero Sollen.
Faltavam exatamente três dias para o natal, pedi a Cyril para comandar os assuntos bélicos enquanto eu passava o feriado no brasil. Fiz uma replica da minha casa e a fiz ir ao pico da neblina. Não sabia dizer se ela iria ou não, mas a coruja voltou ao meio dia, eu também não pedi uma resposta dela, só pedi uma chance para conversar. A casa já estava decorada como minha antiga governanta Mrs. Print fazia, escolhi um pinheiro e trouxe para casa, só tinha o presente de Eddard, não sei bem o que era, pois deixei isso nas mãos de Road, que insistiu que a deixasse ficar caso fosse uma armadilha, mas ela não sabia que eu já tinha um plano, se eu desapartasse da casa e ainda tivesse alguém lá a casa explodiria.

Mandei uma coruja ao meu amigo fiscal Vinícius Machado, queria que Cyril tivesse uma audiência com o presidente bruxo do Brasil. Queriam eles comigo, a América central já estava, bruxos e mais bruxos foram se encontrar com o representante de Julien Lanchester no castelo do Caribe. Todos os países me juraram fidelidade com uma condição, os Estados Unidos e o Brasil estarem na minha aliança contra o norte. Em compensação, Portugal, Espanha, França, Holanda, China, Coreia do Norte, Rússia e a Groelândia se juntaram a Edward. Passei os dias lendo os diários do meu pai, aprendi um ou dois feitiços novos, descobri o porquê ele se juntou a Voldemort, o porquê de se esconder em Hogwarts e também como. O dia chegou e fiz algumas comidas típicas Brasileiras. Tudo estava pronto para um jantar, mandei o gato embora, pois não sabia se conseguiria desaparatar com ele. Segui para um cabelereiro no Pará mesmo, cortei meu cabelo curto e espetado e a barba ao estilo de Siegfryd. Voltei para casa já eram dez para dez, fiquei meio apreensivo, mas exatamente às dez horas ela apareceu na minha lareira.

1 de dezembro de 2013

Ato Sete

Estava preocupada. Meu filho tinha me mandado um patrono há alguns dias falando que tentaria falar com um dos Lordes, tentar parar a guerra, disse também que a tentativa com Anthony Sollen tinha falhado, eu sabia que não iria dar certo, ele não tinha duas palavras.
- Beatrice eu vou a Manchester procurar meu filho! Deixe tudo pronto, a guerra pode começar a qualquer momento. Teremos de apoiar o rei e os Mendoza. - desaparatei na frente da casa dos Sollen. Uma garota de cabelos roxos atendeu:
- Lady de Lannister a que devemos essa honra- seu sorriso infantil quase me enganou.
- Vim falar com Anthony Sollen!
- Ele não pode atendê-la no momento, ele se encontra em uma reunião com o Ministro.
- Eu posso espera-lo tenho todo tempo do mundo, creio que me deixará entrar na casa da minha prima.
- Não creio que meu patrão se agrade com sua presença Baronesa Carmesim!- percebi que ela era da inteligência do exercito inimigo, poucos sabiam do meu titulo, ouvi uns barulhos vindos do interior da casa.
- Você protela tão bem quanto eu, Road. Lady Liriel há quanto tempo, desde meu casamento eu acho a que devo essa inesperada visita, afinal lobos e leões não ficam muito bem juntos a não ser que contra um inimigo maior. - ele tinha se informado, sabia do dom da família, não foi Alice tinha certeza ela não lhe diria nada.
- Não foi sua prima eu lhe asseguro, tenho pessoas infiltradas no alto escalão dos países inimigos desde que sua prima sumiu há três meses!- ele era um ótimo Legilimence, se infiltrou em minha mente e nem percebi. - O que quer, não posso zelar por sua segurança por muito tempo Liriel. Vá logo ao assunto... - ele parou e olhou no fundo dos meus olhos, isso me deu medo mas tinha que continuar, era a vida do meu filho que estava em jogo.- ahhh agora entendo o motivo de sua visita, não sei do meu afilhado há dias, ele veio aqui tentando o fim da guerra não lhe dei ouvidos, não sei onde ele está! Se for só isso nossa conversa acabou aqui!- lagrimas caiam dos meus olhos, onde estava aquele Anthony Sollen que quis batizar meu filho mesmo depois dele fazer 11 anos em seis de julho de 2000, o bondoso que sempre fazia visitas, aquele que cuidou do meu filho quando o pai dele morreu que o fez aderir à religião. - temo que esse Sollen morreu! Seu tempo acabou os Aurors não vão pegar leve por você ser minha parenta, mais uma coisa oque seduz um homem são um olhar, um decote e uma conversa.- desaparatei voltei para Espanha tentando pensar nas dicas que ele me deu por meio dos códigos, sabia que não poderia me dizer tudo que sabia, ele me disse que uma Lady tinha saído com meu filho e desaparatado, agora o problema era saber qual, Hermione Granger ou Margary White.

- Lady Liriel. Acharam quem matou seu filho. - meu filho estava morto, não podia ser, lagrimas quase saíram dos meus olhos, mas tinha que ser forte pelo menos até o final da guerra. - quem foi essa pessoa. - Beatrice trazia uma pessoa encapuzada, ela tirou o capuz e vi quem era, a Lady do sul, Margary White. Não tive duvida a matei sem hesitar, mandei sua cabeça para o ministério inglês.

1 de novembro de 2013

Ato Cinco



Desmaiei, não sei por que, no outro dia os bruxos franceses me mantinham sobre custodia, tive que mandar um patrono, ao meu caro amigo Damon Sollen pedindo ajuda, não queria os bruxos franceses contra mim. Não demorou muito ate ele vir me ajudar.
- Ele é um louco- ele falava em francês perfeito- tem vagado a dias por todos os países nos ficamos preocupados. Começou a beber depois que a esposa o deixou, ouvi relatos que ele passou pela Romênia, Áustria, Bulgária, passou pelos Estados Unidos e Rússia.
 - Foi um tour e tanto que seu sobrinho fez Sr. Sollen, nos o liberaremos e esperamos que o problema de alcoolismo do seu sobrinho melhore.- eles me tiraram de cela e Damon me pegou e me levou pra fora e desaparatamos.
- Onde estamos Damon?
- Ministério da magia! Dimitri tem alguns negócios com você! Você é um dos sete lordes, não deveria beber tanto.- caímos em risadas.
- Que historia é essa de Sete Lordes.
- O ministro instituiu essa pratica para ter os bruxos mais poderosos e inteligentes da nossa era ao lado dele.
- Quem são esses bruxos Damon.
- São: Hermione Granger, a protetora de Londres; Margaret White, o escudo do sul; Harry Potter, o líder do oeste; Cyril Camelot, a mão leste, Robert Wind, o guarda-costas do ministro; Axel Stark, o lobo do norte; e Anthony Vipero Sollen a espada bretã, e líder do grupo.
- Você ensaiou para falar isso não foi- nós começamos a rir.

- Ele deve- foi ai que eu intendi, ele estava ao meu lado, colocou os bruxos mais poderosos e inteligentes do país ao meu lado para guerra- estar louco. - Road aparatou ao meu lado.
- Você esta fedendo Sollen, mas minha missão esta feita. – ela desaparatou.
- Damon vá para casa deixe quem estiver por lá em alerta!- ele sumiu nas sombras.
Comecei a pensar que poderia ser uma armadilha, mandei um patrono para deixar todos de aviso de uma possível invasão ao ministério e um possível golpe de estado. Procurei um banheiro, Road estava certa eu estava fedendo, passados 15 minutos refiz-me, estava pronto para o que fosse  encontrar. Eu sabia onde era a reunião na sala do meu pai, ou pelo menos era onde ele trabalhava.
Entrei na sala onde estavam todos reunidos, todos os olhares se voltaram para mim, o clima pareceu ficar pesado no recinto, nos nós sentamos e Dimitre se pronunciou:
- Estão todos aqui, amigos este é Anthony Vipero Sollen a reencarnação de Julien Lanchester!- vi vários rostos preocupados menos o de Cyril que parecia estar se divertindo, não tinha jeito então, me pronunciei:
- Os ânimos aqui estão muito agitados e Dimitre cuidado com os segredos que revela, você tem vários! Agora voltando a eu ser a reencarnação de Lanchester ele está falando a verdade, e, por favor, ministro volte à pauta.
- Os nórdicos estão se agitando, e nós não podemos ficar sem fazer nada. - a cada palavra dele eu e Cyril trocávamos sorrisos, e eu tentava montar uma tática para fazer nosso exercito atacar os nórdicos de todos os lados.
- Não temos motivos para atacar, mas minha senhora Alice foi raptada. E para falar a verdade a vocês eu vou para essa guerra com ou sem ajuda de vocês! Adeus a todos,. - ele me levantei e desaparatei. Fui ao castelo, montei uma mesa de guerra. Todos iam aparecendo:
- Damon conte seu progresso com os romenos, eles vão ou não lutar ao nosso lado nessa guerra.
- Não Sollen, Edward lhes ofereceu muito, mais do que nos pensaríamos em ter. Ofereceu-lhes territórios que ele vai conquistar.
- Melhore as defesas da casa, ela é um lugar que não podemos perder. Aquela casa é muito importante para mim, meu passado está naquela casa.
- Cyril estava me contou como vocês trouxeram o Japão para o meu lado. Parabéns Noés!
- Obrigado, meu senhor- eu interrompi.
- Aqui todos podem me chamar de Sollen, Anthony ou até Vipero. Tenho um assunto que interessa a todos vocês. A dois dias quando eu estava na França escutei a voz dela, nossa antiga inimiga, Lady Halleck, tenho minhas duvidas então peço a um de vocês... Melhor, Tick leve com você sua protegida e vejam se o corpo congelado da minha mãe ainda está lá! Cyril conte a eles dos Lordes eu preciso dormir. Desculpas a todos, só que eu não tenho uma noite bem dormida há muito tempo! Dormi rápido, tive um flashback da minha luta com Halleck:
Tinha duelos em todos os lugares, Tick e Road lutavam protegendo os meus flancos, eu e minha adversaria lutávamos sem cessar, cada feitiço era rebatido, até o momento que as tropas nórdicas ficaram sem o líder Morloki Allen, eu lancei a maldição da morte, ricocheteou e bateu nele, a tropa inimiga ficou sem estratégia, o meu plano de dividir e conquistar deu certo, os nórdicos que sobraram foram os que fugiram da luta. Em um vacilo da minha adversaria eu acertei-a com um Avada Kedavra no peito, uma voz ancestral falou depois que o corpo caiu:
- Vou fazer com que você pague por seus atos irmão, vou te seguir até no inferno!
Acordei suando frio, como se um fantasma estivesse me transpassando.

26 de outubro de 2013

Ato Quatro

Lagrimas caiam dos meus olhos ao terminar de ler aquela carta, vi a preocupação em seus rostos, a provocação era normal éramos amigos, mas naquele momento não poderiam fazer nada para me ajudar. Só eu tinha aquele poder. Dei a chave do meu carro a Hermione e falei:
- Não confio neles para dirigirem meu bebê, por favor, leve-o em segurança a minha casa, obrigado por tudo- vi no rosto deles que ficaram desapontados com o rumo da nossa tarde em grupo- não fiquem assim não vou fugir de novo, eu acho. - sorri, eles seguiram meu exemplo- mandem minhas lembranças a Gina e ao ministro Hitches!
-Não éramos o trio de Hogwarts e sim o quarteto de Hogwarts, mesmo com você metido em suas confusões estava sempre conosco quando precisávamos, e nós nunca o ajudávamos em nada- interrompi Harry.
- Vocês são os melhores amigos que alguém poderia querer. E não poderiam me ajudar, morreriam na certa. Quase não sobreviveram ao ataque do polteisgast- seus rostos mudaram de expressão- mas não se preocupem, só venci uma batalha sem ajuda por que o resto se eu for pensar é de causar pena, - agora eles começaram a rir- e com isso me despeço tenho problemas a resolver. - desaparatei.
Apareci em um castelo antigo que tinha um cheiro de mar, só com a minha presença o castelo ganhou vida, sentei em meu trono e chamei.
-Alvos, Damon, Roy, Armand, Lestat, Marius, Roud, Tick-Mick, Conde, Noés.- um a um eles apareceram conforme meu chamado, cada um que aparecia me saldava:
- Lord Lanchester!
- Meus caríssimos amigos, a mais de 10 anos que não os vejo, tio Roy; meu querido parente Damon; Alvos meu amigo; meu trio de vampiros favoritos: Armand cuidado com as donzelas de hoje, podem confundi-lo com Edward Cullen; Marius cuidado com a bebida; e Lestat meu velho amigo como tem passado; e vocês a mais bela família que eu já vi, Tick-Mick; Conde do Milênio; minha querida Roud Camelot; e seu pai Cyril Camelot; Lulubel; Skin Bolick; Jasdevi e Divitto; e vocês que lutaram por min e eu ainda não sei o nome, é uma audácia não o saber. Quero encarecidamente pedir a ajuda de vocês. Minha querida esposa fugiu... - fui interrompido.
- Aquela que após 2 anos de casamento você deixou- indagou meu tio.
- Isso mesmo Roy Vipero, isso mesmo, estou para detonar uma guerra entre Grã-Bretanha e Espanha em busca de minha esposa, e gostaria de saber se seus antigos votos ainda são validos. - todos os murmúrios da sala cessaram, todos olhavam diretamente para o trono, para min. Damon e Alvos se olharam e meu parente falou:
- Estamos com você e nossa casa está a seu dispor!
- Nós os Noés estamos com você Sollen!
- Nós os vampiros estamos com você!
- Eu meu querido sobrinho, - por um momento a tensão da sala fez presente. – estou com você. Anthony Vipero Sollen!
- Então preparem suas armas que a guerra começará em 3 meses. As casas de Lannister e Fellatio sentirão a ira de um Lanchester. - todos eles desaparataram, eu fui o ultimo a sair. Fui para minha casa, meu carro ainda não estava lá, mas podia perceber que tinha alguém na casa. Entrei com varinha em punho, tinha a sensação que as sombras me seguia, mas aquilo não era possível. Eu mesmo o destruí, então Edward Allen estava sentado na minha poltrona.
- Demorou demais na sua reunião! Estou magoado de não ter sido convidado- eu interrompi sua encenação.
- Vamos logo Ed, não tenho a noite toda, oque você quer- eu fui direto ao ponto.
- Ela não quer ser encontrada, e não está na Espanha como você pensa, - minha expressão facial mudou. Não o atacaria não em minha casa, olhei a cicatriz em sua mão, eu mesmo a tinha feito.
- Eu só tenho uma pergunta querido amigo- eu não tinha o direito de fazer nada, eu fugi e ela seguiu com a vida dela, mais ainda assim eu era o “corno”. - Você e ela, tiveram alguma coisa.- indaguei.
- Sim, há pouco tempo ela se separou de min por que teve uma noticia sua, um vampiro idiota chamado Lenox, ouviu que ela oferecia muito dinheiro e falou conosco ela não hesitou e foi atrás de você, agora esta no Valrrala, comigo.
Levantei a varinha e meu patrono saiu em direção à casa do meu tio, ele trataria de falar aos outros que meus planos tinham mudado. Eu não tinha palavras para expressar o que eu estava sentindo, ele ainda estava lá me olhando. Apontei minha varinha para ele rapidamente sem lhe dar chances e o fiz desaparecer da minha casa, sentei na cadeira do meu pai. Eu não tinha o direito de fazer aquilo. Deveria pedir desculpas a ela, eu errei e ela pagou o preço, agora eu estava sofrendo as consequências dos meus atos. Em meio a esses pensamentos dormi, meu sonho mudou. O mundo estava acabando em guerras e meu exercito esmagava vários outros, ouvia vários gritos de clemencia e adorava aquilo, então o sonho mudou, vi Alice com um anjo, que era Edward, um arconte na verdade, eu via aquilo impotente, sem poder fazer nada, eles dois juntos se beijando.  Então eu acordei sabia o deveria fazer. Declararia guerra ao norte, teria apoio do Japão com certeza. Com certa dose de sorte poderia convencer Dimitre a me apoiar, isso já me bastaria, Damon conseguiria o apoio da Romênia. Será que eu tinha esse direito de começar uma guerra por causa de uma mulher, lembrei-me de Troia, quando Helena fugiu com Paris e Menelau começou uma guerra, no final- pelo menos do filme- Helena foge com Paris. Será que eu tinha o direito de deflagrar a terceira guerra mundial, então algo inesperado aconteceu, um patrono de uma loba apareceu, e disse:
- Me encontre na torre Eiffel às 2 horas da manha!- depois disso o patrono sumiu, olhei o relógio eram 01h40min da madrugada, daria tempo de um banho. Tomei banho, tomei um copo de água e desaparatei.
Aos pés da torre, uma pessoa envolta nas sombras da noite me esperava, eu não conhecia o patrono, por isso mandei chamar meu grupo de atacantes favorito, Roud Camelot e Tick-Mick, eles ficariam atentos para que eu não sofresse um ataque de um grupo de bruxos, eu posso ser poderoso, mas não consigo dar conta de mais de cinco bruxos ao mesmo tempo.
- Você demorou Anthony Sollen, achei que iria faltar o nosso encontro- eu não reconheci a voz então deixei a pessoa continuar a falar. – você não está me reconhecendo não é mesmo, seria muito querer que se lembrasse de min, quando foi a exatamente há 13 anos nosso ultimo encontro. Temo não lhe trazer boas noticias! Meu nome é Branca Di Angello. Fui eu que lhe avisei da traição de Bryan Krastark.
Agora me lembrava exatamente de quem era ela, uma ruiva, alta, olhos verdes. Pela primeira vez me pronunciei:
- Entendo que tenha me ajudado naquela vez, mas porque agora, quando uma guerra está eminente, seria mais sensato manter-se longe do conflito. - quando era mais novo não confiava em muita gente e agora então não iria mudar meu pensamento.
- Minha família foi quase extinta pelos nórdicos, agora tenho chance de me vingar. – agora estava tudo explicado. Ela se aliou ao grupo que iria bater de frente com os assassinos da família dela, acho que faria isso com qualquer grupo que assim o fizesse.
- Tem certeza minha bela jovem, eu só tenho um interesse, - logo me lembrei do que Edward me falou- vingança, e vou acabar com tudo e todos que entrarem no meu caminho, propositalmente ou não. - vi sua expressão mudar, uma espécie de horror e medo- Dessa vez vou entrar de frente e não esperar o meio da luta. - minha exaltação diminuiu e falei calmamente- Claro que você pode se juntar ao meu exercito, agora em que você pode contribuir. – parei um segundo e falei- Qual a má noticia que você me traz a essa hora da noite.
-O numero de adeptos das ideias de Edward tem aumentado a cada dia... – eu comecei a rir compulsivamente.
- Ele não é um líder, não saberá como lidar com seus soldados, ao contrario de mim minha cara Branca, se, por exemplo, isso fosse uma armadilha com varias pessoas para me matar eu teria Tick-Mick e Roud Camelot- ao falar seus nomes eles apareceram- para uma batalha, agora se fosse um exercito, os vampiros apareceriam- quando disse isso eles apareceram pendurados na torre-, isso é ser um líder, é estar preparado para tudo, é saber o que sua rival pensa, como ele pensa cada ínfima possibilidade. Vão! – os vampiros foram embora- Tick ela será sua discípula e até a guerra responderá diretamente a você, ensine a ela suas táticas de se manter nas sombras, vá!- Tick desaparatou junto com ela- Já você minha cara Roud, faça minha amada esposa ter os piores pesadelos da vida dela. Pode ir.
Novamente eu estava só em frente à torre Eiffel, tinha impressão que alguém me observava, só não sabia de onde, mas não iria fugir em nenhuma situação, se fosse morrer, iria fazer isso com honra e levaria muitos comigo.

- Julian Lanchester. – meu corpo ficou frio, cada parte do meu corpo ficou parada, como se tivesse sido congelada. – Há quanto tempo não nos encontramos. Será que posso chama-lo de filho, Anthony. Você teve um caminho longo até aqui e tem a chance de controlar o mundo, não a jogará fora por causa de uma mulher. – cada palavra dita, era como se fosse uma faca acertasse meu corpo. 

8 de outubro de 2013

Ato Três

Procurei minha farda no guarda-roupa e não achei, lagrimas caiam dos meus olhos, lembrei-me de tudo que passei no meu “exílio”, um gato entrou no meu quarto, tinha o pelo vermelho com uma reta preta na parte de cima do corpo, seu nome era Eddard, um dos filhos do meu gato, Narciso, morto por meu melhor amigo Edward Allen em 1996. O gato subiu em cima do colchão e lá dormiu, olhei para o relógio e ainda eram 5 da manhã, me deitei de novo, lá pelas 9 da manhã o gato começou balançar sua cauda no meu rosto, até que era uma boa massagem, mas soltava muitos pelos, e eu me acordei. Tomei um bom banho, meu cabelo estava sujo lavei-o. Fui tomar café, eu estava com um sorriso no rosto, mas quando desci que olhe para ela, meu sorriso foi embora e um sentimento de culpa veio. Sai de casa logo depois do café, ela foi comigo, peguei meu carro, ela entrou colocou o cinto e saímos, liguei o som e ela desligou. Estávamos a 10 minutos do ministério ela falou:
- Você vai importuna-lo de novo não é. - ela indagou.
- Não, vou ver meus amigos, e minha esposa vem comigo, só espero que ela não solte muitas indiretas. – nossas trocas de farpas pareciam que não iriam acabar, foi ai que dei um cavalo de pau, ela praguejou, mas continuei em direção de autoestrada, levei-a ao restaurante onde comi na minha ida de bicicleta de Manchester a Londres, o lugar parecia o mesmo. Entramos, ela estava atrás observava tudo que eu fazia e todos que olhavam para min, escolhi uma mesa no canto para não chamar atenção, o que não deu em nada, com seu vestido negro, Alice conseguiu chamar a atenção de todo o restaurante. Logo à atendente veio nos atender.
-Posso ajuda-los senhores- sua voz era doce como a de Marrie. Peguei-me pensando nela, nos nós beijávamos e quando abri aos olhos para ver seu rosto era o de Alice que eu via. Ela usou seus truques de Legilimence. Eu sorri, olhei para atendente e falei:
- Duas Coca-Cola geladas, e um sanduiche, - olhei para minha adorada esposa, ela não esboçou nenhuma reação. – isso é só!- a atendente, se foi e virei-me para minha esposa e disse:- Acho que você ainda nutre algum sentimento por mim. Amor e Ódio são sentimentos muito próximos, uma linha tênue os separa.
- Apenas sinto ódio de você Sollen – eu a interrompi com minhas gracinhas para tentar melhorar minha situação.
- Nem amor, nem docinho apenas Sollen como você é fria, - meu lanche chegou – agora é serio, eu sei que tudo que eu fiz foi errado- mordi um pedaço do meu lanche, terminei de mastigar e continuei. – você pode até não me perdoar e o que eu fiz foi imperdoável. E duvido que ainda me ame, contudo lembre-se de quais famílias nós viemos, eu um Vipero Sollen, você uma Lannister Fellatio, temos uma fachada a manter, isso me choca tanto quanto pode chocar a você. Em casa podemos tentar nos matar, mas na rua, ai a coisa muda de figura- o rosto dela não mudou em nenhum aspecto- esta certo amor. – indaguei.
- Certo amor agora só tem uma duvida e quero que você me responda sinceramente. – assenti com a cabeça, ela respirou fundo e falou. – Por que Marrie. – aquele nome me era como uma faca que atrasava meu peito a cada vez que era dito.
- Porque ela era bonita, inteligente, - parei para respirar e tomar um gole da minha coca – a quem eu quero enganar, ela era igual... - cada palavra me doía como uma maldição Cruciatos – igual a você, minha única lembrança do meu mundo- seu rosto parecia horrorizado, lagrimas caiam dos seu olhos- não pense que sou uma pessoa boa, não é isso, é que... Você não merece o que a fiz passar todos esses anos, sei que nada que fizer vai mudar isso. - ficamos calados o resto do almoço todo, não consegui terminar meu almoço, tão pouco ela tocou em sua coca, ela pediu a conta, enquanto fui buscar meu dinheiro no carro, peguei uma cédula de vinte libras da carteira, e voltei para o restaurante, quando entrei ela saiu, dei o dinheiro à garçonete que me deu seu telefone, dizendo que quando precisasse de um ombro amigo para desabafar poderia ligar. Voltei ao carro Alice não estava, segui rumo a Londres, veria meus amigos por lá. Estacionei meu carro na frente da sede da Ordem da Fênix, Largo Grimmold. Segui de metro para o ministério. Entrei pela entrada de visitantes, Harry, Ronny e Hermione estavam me esperando no átrio, seus sorrisos eram animadores, segui em direção à mesa deles, me sentei e falei:
- O trio de Hogwarts, há quanto tempo não os vejo, Potter, Granger e você Weasley, vocês mudaram estão com aparência de muito velhos!- eu ri.
- Você parece o mesmo Sollen, só que aparenta mais sabedoria e austeridade. Tem uma marca de mão no rosto, parece que tem brigado com sua esposa. - Hermione lia as entrelinhas como ninguém.
- Soube que quer assumir um cargo em Hogwarts, ainda não desistiu de quebrar o tabu de um ano, pode tentar mais não vai conseguir o Harry já tentou há 3 anos e não conseguiu, Hermione também, não aguentou nem seis meses- interrompi Ronny.
-Só falta você ou será que é obtuso demais- realmente eu odeio quem me compara com outras pessoas e me coloca para baixo, ele tentou puxar a varinha, mas Harry interveio.
- Calma vocês dois, agora me conte onde esteve- ele era bom para acalmar Ronny, mas não a mim.
- Fiquei no Brasil disfarçado de trouxa- uma coruja toda negra pousou em meu ombro com uma carta, peguei e li.
“Sollen, não consigo viver com você, pensei que ficaríamos bem quando você voltasse, mas estava errada. Nossa situação não pode ficar como está, quando receber esta carta já terei partido. E você estava certo eu te amo, mas estava com ódio por ter escolhido uma trouxa a min. Tenho em mente que algo está faltando em min para você procurar trouxas para amar. Espero que me desculpe pelo que fiz, mas não aguentava te olhar todos os dias sem poder fazer nada.”

De: Alice Lannister Fellatio

2 de outubro de 2013

Ato Dois

Estava em Hogsmed, um bar familiar no fim da do beco, Cabeça de Javali, o bar de Abeforth Dumbledore. Mandei um patrono ao colégio com um acenar de varinha. Adentrei o bar estava aquele velho decrépito limpando a bancada principal.
-Abe, quanto tempo. – Ele me olhou como se não estivesse acreditando no que estava vendo.
-Sollen...- sua voz faltou, eu pensei que ele fosse morrer ali mesmo. – Anthony Vipero Sollen, desaparecido em 2000. Não acredito é você mesmo, venha tome um gole do meu melhor Whisky.- Raciocinei rápido.
-Você não é Abeforth Dumbledore, quem é você.
-Não reconhece as ilusões do seu melhor amigo. Anthony, isso não é nada legal. - sua forma estava mudando, os cabelos ainda continuavam brancos, a altura diminuía alguns centímetros e com uma cicatriz na mão que ele não fazia questão de esconder.
-Edward Allen! Pelo que lembro você foi um dos que tentou me deter à força na minha ida. O que quer? - indaguei
-O que eu quero você pergunta, eu quero vingança! Você matou meu pai-isso era verdade.
-Você matou o meu 1 a 1. - ele estava perdendo a paciência, estava quase me atacando.
-Você, traiu minha confiança!- isso me pegou como um jab certeiro!
-Esse é meu único arrependimento!- lagrimas caiam dos meus olhos, fraquejei um instante, ele estava preparado para me fazer algum mal, mas e fui sincero com ele, e acho que foi isso que o fez me deixar ir. Eu dei as costas para ele o que a muito eu não fazia por temer um ataque, mas, agora sabia que ele não me atacaria, não pelas costas. Fui aos portões do colégio, meu velho amigo Nevile Longbotom vinha com uma gata que o acompanhava de perto, como se fosse um cão de guarda, quando eles chegaram a frente ao portão eu descobri quem era. Minerva Mcgonagal, a diretora do colégio ao qual eu queria lecionar. Ele continuou andando, mas ela parou por um momento voltou a sua forma humana, vinha imponente mesmo pela idade avançada. Os portões do colégio se abriram com um acenar de varinha.
-A que devo sua visita senhor Sollen. - ela indagou, conhecia seu estilo, tentaria me persuadir a responder suas perguntas, mas, sabia bem como me esquivar.
- Estava em ostracismo, tentei inutilmente por 10 anos viver como um trouxa... - ela me interrompeu.
- Então está se candidatando ao cargo de professor de Estudo dos Trouxas. - Nevile ao seu lado riu!
-Não, - disse calmamente – tenho intenção de assumir a cadeira maldita! Nada menos que isso, só para não ficar fazendo nada até o ano que vem quando com certeza serei transformado em ministro da magia!- minhas palavras soaram arrogantes, Marrie sempre reclamava quando eu fazia isso... Lagrimas caiam dos meus olhos. A sua lembrança fez o vazio em meu coração aumentar, um arrepiu transpassou meu corpo, sua mera lembrança faria isso com o meu corpo, ou melhor, faria isso comigo. – Nossa conversa chegou ao fim senhora diretora! Espero uma coruja sua, ou melhor, uma visita, se possível! Com a licença de vocês. - com aquelas palavras me despedi deles e desaparatei. Aparatei na minha garagem, um Camaro SS 82 estava lá parado, percebi que tinha uma frase escrita na parede (Wintter are comming) o inverno está chegando, aquilo poderia significar tudo. Provações a serem passadas, batalhas a serem travadas. Perdi-me em lembranças por alguns momentos e ela estava ao meu lado com uma camisola preta, os olhos marejados, não tinha estado de espirito para olha-la nos olhos, apenas ficamos lá na garagem olhando as coisas. Tomei coragem e perguntei:
- Você estava lá desde o começo não era- indaguei, ela limitou-se a balançar a cabeça negativamente, abriu a boca, mas, logo voltou a fechar sem dizer uma palavra, a chuva começou a bater no portão da garagem, então ela fez aquela pergunta àquela que eu não tinha resposta, mas, iria responder sinceramente.
- Porque você fugiu?. – ela estava chorando e tentou me olhar nos olhos, seu rosto branco estava vermelho, eu devia isto a ela uma resposta séria e direta.
-Eu... Eu- inspirei fundo e continuei- não tenho uma resposta ao certo de como eu pensava, mas não queria me prender a nada, não queria uma âncora me prendendo a lugar nenhum! - ela agora se distanciava mais de mim, eu não a culpava. Aproximei-me dela, ela não esboçou nenhuma reação, mas quando coloquei a mão no ombro dela, Alice puxou sua varinha e colocou no meu rosto pressionando contra minha bochecha.
-Me dê apenas um motivo para eu não o matar agora, vamos!- vi a ira nos olhos dela, eu poderia ter feito alguma coisa, mas a culpa era minha e tinha que arcar com as consequências.
-Eu não tenho nenhum motivo plausível que possa lhe acalmar, e ainda acho que você está sendo calma demais. Não sei se um dia irá me perdoar e tão pouco mereço. Mas não quero que você carregue outro assassinato nas costas, não sei se vai me querer por perto então pedi um emprego em Hogwarts, se não me quiserem lá vou para Romênia. - ela não fraquejou em nenhum instante, mas, continuei a protelar- Alvos e Damon, eles não vão se importar afinal aquela casa é minha!- com a outra mão me deu uma tapa, não revidei, mas estranhei, eu estava muito passivo. Sem dar mais nenhuma palavra fui ao meu quarto, da época de criança, nada tinha mudado. Dormi rapidamente, mas antes a escutei chorando no quarto ao lado. Meu sonho foi um que há muito não tinha. Estava no Stonehenge, eu de um lado e minha mãe do outro, eu soltava uma maldição, o feitiço verde ia em direção a ela quando Alice entrava na frente, minha oponente corria em direção ao corpo inerte no chão, e eu atacava.
- Morra bufão! Avada Kedavra- o feitiço atingia Victoria pelas costas. Quando o corpo bateu no chão pela segunda vez, eu acordei. Meu estado era deplorável, estava todo suado, dormindo no chão com o colchão em cima de mim, levantei o colchão, até que não estava pesado.

26 de setembro de 2013

Ato Um

Desde quando fugi de Londres, dois anos apos meu casamento com Alice, nenhum deles tinha me encontrado. Passei longos 10 anos na América do sul. Meio obvio, mas, ainda assim eles não descobriram até aquele fatídico dia. Estava apaixonado por aquela garota. Meio que tenho tendências a gostar de morenas afinal, minha esposa é. Comecei a estudar nas escolas dos trouxas, estava no terceiro ano do ensino médio.
Estava em mais um dia normal de aula, mentira o quadro de aulas do dia era horrível! Só matérias de calculo. Peguei no sono. Lembrei-me daquele dia 7 de julho de 2000 quando eu completará 19 anos estava lendo um livro, até que descobri os melhores feitiços para mudar de forma. Mudei totalmente, meus cabelos loiros longos ficaram pretos e curtos, mudei também minha forma corporal estava mais magra, viajei ao Brasil para me estalar, escolhi o estado mais frio: Rio Grande do Sul.
Marrie com seus olhos negros me enfeitiçava. Com o balançar de seus cabelos me fazia cair aos seus pés, sorte que esse feitiço só foi nos primeiros dias. Estávamos estudando juntos desde a quinta série do ensino fundamental. Meus outros relacionamentos nada importaram, se eu não tivesse aquela garota não estaria completo. Nos primeiros anos ouvi relatos de que Alice estava me procurando, mas como fogo de palha logo parou. Temi que ela estivesse tentando encobrir seus rastros então pedi a Lenox, um vampiro amigo meu, de quando eu fugi para a América me alertar a qualquer movimento dela.
Sai da aula lá pelo meio dia, lá estava ela com Gisely. Senti um arrepio na espinha quando aquela garota loira sorriu para mim, alguma coisa dentro do meu intimo reconheceu aquele sorriso, mas não dei atenção, caminhei lentamente e cheguei nela:
-Ei amor, vem cá. - estávamos namorando desde o ano passado, lembrei que hoje fazia dez anos da minha fuga da Inglaterra, 7 de julho de 2010, hoje nada poderia dar errado.
- Oi Julien, o que foi estou ocupada. - a peguei de sobressalto e a beijei, e alguém gritou:
-Avada Kedavra! – uma luz verde atingiu a garota que eu estava beijando bem em cheio! Ela despencou em meus braços, imóvel. Morta. Respondi na mesma moeda. Saquei minha varinha da manga do casaco e ataquei. Meus movimentos foram rápidos, só que não tão precisos, minha pontaria tinha diminuído todos esses anos sem usar magia, no terceiro feitiço que lancei use minha marca registrada da época de Hogwarts, um feitiço cinza atingiu o chão a menos de 1metro de onde a pessoa atacante estava ela voou, reconheci aquele rosto, as lagrimas ainda caiam do meu rosto, os outros alunos ainda estavam ali, sabia que teria no máximo 2 minutos antes que os fiscais chegassem.
Corri em direção à pessoa que me atacou e me ajoelhei, enquanto olhava seu rosto empoeirado, as lembranças inundavam meus pensamentos, não poderia deixa-la a mercê dos fiscais, eles a levariam para prisão. Peguei-a em meus braços e desparatei.
Aparatei na frente da minha antiga casa, em Manchester- aquilo representava que os 10 últimos anos da minha vida foram em vão! Deixei-a em, por assim dizer, nosso quarto, desfiz todos os feitiços de transfiguração, tomei um banho, coloquei uma roupa limpa e adequada ao clima, fui ao cemitério para ver as lapides dos meus pais. Começou a chover, olhei a da direita, nomeada Siegfryd Sollen, em 1999 coloquei a cabeça e o corpo juntos, a cabeça estava enterrada, mas o corpo estava congelado na minha casa da Roménia. Victoria Vipero Sollen, já esse era um problema maior, ela estava enterrada no centro de Stonehenge embaixo do altar. Conjurei flores nas lapides, dois Aurors aparataram me flanqueado.
-Sr. Anthony Vipero Sollen, o senhor está sendo procurado na Inglaterra, País de Gales, Irlanda do Sul, Espanha e na Noruega. Sua esposa e seus amigos começaram uma busca implacável a sua procura. Há uns três anos o alto escalão do Ministério da Magia também quer saber seu paradeiro!- foi muito rápido, quando dei por min já estava na sala do ministro. Ainda de costas para min uma voz um pouco familiar falou:
-Anthony Vipero Sollen, o ultimo Sollen vivo! Quanta honra é ter sua presença em meu gabinete!- eu nada falei esperei mais algumas dicas- Não vai falar nada, isso não é cortes com o seu anfitrião.
-Engraçado Sr. Ministro, você ficar protelando, está ai nas sombras, enquanto seus Aurors já foram derrotados- minha risada abalou tanto o chefe do Ministério inglês que ele se virou, eu não blefei em nenhum momento. Seus cabelos marrons já tinham algumas mechas brancas. - Meu caro Ministro, você tanto quanto eu ,sabe que nem toda sua tropa de Aurors seria capaz de me deter. Você viu da ultima vez, nem sua poderosa patrona conseguiu, eu posso não conseguir te matar, mas, posso te deixar sem membros, então Sr. Ministro pare de me procurar, já tenho problemas o suficiente. - parei um momento e respirei- Não somos inimigos acredite ou não, no entanto para que isso dure você me deixará em paz... - ele me olhou diabolicamente.
-Não ouse me dar ordens. Sollen, eu sou o Ministro da Magia. Não vou receber ordens de um paria!- ele estava realmente irritado, não me admiraria ele me atacar. Eu poderia me defender.
-Eu já estou indo Ministro, nossa conversa acaba aqui, pelos meus cálculos seu mandato acaba em menos de um ano, o conselho ficará agraciado com a minha volta. Você pode ser meu amigo ou não. Temos um passado a esconder, mas eu não sou ministro sou... Não estou enganando ninguém.- deixei minhas ameaças pairando no ar e desaparatei