Esse bosque era tão denso e sombrio
quanto eu me lembrava, faziam 15 que eu conheci Elijah, quando eu apareci na
floresta ele me testou, segundo ele eu passei, mas tenho minhas dúvidas. A
cabana parecia a mesma, dei dois passos e percebi uma pessoa que escuridão
cantava:
A fúria do arauto remonta ao fim
Ele pode aparecer desconhecido
Mas muito poder há nele contido
Tombará o mundo num estopim.
Se o sangue dourado fluir ao chão
A barreira cairá então.
Pai e filho alçarão o poder do caos
O guerreiro de outro mundo aponta um
final.
O morto renascerá em trevas
E o herói cairá por terra.
- Eu realmente odeio profecias. – a
pessoa que fez a profecia apareceu.
- Eu me chamo Elena Queen e temos muito
a discutir. - aparentemente 40 anos, morena, olhos negros como a noite, 1,60cm.
- Damon, Cyril e Cloud vamos aos
negócios.
- Anthony Sollen- ela me conhecia o nome
Sollen, a mesura que ela falava fazia parecer que ou ela era uma Sollen ou
queria ser.
- Pode, mas chame-me de Sr. Antony
Sollen, Sr. Sollen ou como incomumente Sr. Vipero. Não nós conhecemos Sra.
Queen. Como pode ver eu chamei meus conselheiros mais próximos contudo e eles
não saíram das sombras e se eles não confiam na sua pessoa eu não o posso
fazer, isso seria ir contra eles e eu não faria isso. - seu rosto não
demonstrava nenhuma emoção.
- Sr. Anthony Vipero Sollen – ela
demonstrava desgosto ao falar meu nome, como se eu tivesse feito algo a ela. –
Conheci seu pai, antes de você nascer. – eu a interrompi
- Então o conheceu mais do que eu. Diga
logo o que quer e saia tenho muito a fazer aqui.
- Tenho uma mensagem do seu falecido
pai.
- Prossiga.
- A troca pode ser feita, mas os dois
tem que estar no Z.- as coisas começaram a fazer sentido, tudo que passei em
1994 estava vindo a minha mente. Matamos, roubamos, saqueamos e salvamos.
- Podem aparecer se quiserem- só Damon
apareceu. – ela é realmente quem diz.
- Sua mente é realmente bem protegida
Sra. Queen.
- Não faça isso Damon, a pobre garota,-
ela parecia bem arrogante por ter bloqueado a legilimencia de Damon que nem
percebeu minha varinha rasgar o ar.- Crucio.
Seu corpo tombou pra traz sua cara tinha
medo, ódio, raiva e indignação. Ela tentou em vão me atacar com uma pedra
arremessada em direção da minha cabeça.
- Crucio. - outra vez seu corpo se
contorceu em posições inimagináveis. – Onde está o velho?
- Não posso dizer! – outra vez executei
a maldição, Damon olhou pra mim assustado, Cloud apareceu e vi um brilho
sombrio no rosto dele.
- Sectumsempra! - apontei para a mão dela. Um jato de sangue
jorrou para a direita e sua mão se desprendeu do braço.
- Você é um louco, pior que seu pai. –
falou isso em meio a soluços e choro. – ele está na criação de vocês! Por favor
pare. – agora eu sabia porque Belatrix Lestrenge gostava tanto dessa maldição.
- Ai você acertou, sou pior que ele sim.
– movi minha varinha lentamente para ver o terror em seu rosto, acertei o
feitiço, no minuto seguinte ela estava mordendo os dedos da mão que sobrou até
arrancar. Lagrimas caiam do seu rosto, além de sangue que escorria da sua boca.
– Eu sou Anthony Vipero Sollen, a reencarnação de Julien Lanchester e agora eu
te invoco do teu descanso Damon, venha até mim. - Risadas malignas saiam da
minha boca. - Adios di Sollen. - com a varinha ainda apontada para ela utilizei
a pior de todas. – Avada Kedavra. - o corpo ainda estava lá, mas sem vida.
-
Qual o porquê disso? Essa atrocidade com uma vida humana e além de tudo uma
trouxa?
- Ela já tentou me matar e além do mais
ele nunca voltaria.
- Tudo isso para matar Hitchens Sollen?
– Cyril se pronunciou pela primeira vez.
- Nosso acordo ainda está de pé Conde? –
ele riu, aquela risada me contagiou.
- Claro Sr. Sollen.
- Damon pode ir falar com ele e Cyril
vamos pôr em pratica nosso plano, não podemos perder nem mais um dia. – Damon
saiu andando em direção a cabana.
- Claro Sr. Ministro. – eu desaparatei
no ministério, Cyril logo depois de mim.
Aquele lugar não parecia ter mudado, o
átrio era imenso, enquanto íamos passando todos cumprimentavam Cyril, o segundo
em comando no ministério, ele me guiou até a sala do ministro, que no caso era
ele, fechou a porta. Andei até uma poltrona e me sentei enquanto ele escrevia
várias cartas e o filho da mãe era muito rápido e habilidoso com as mãos, seria
difícil uma luta contra ele.
- Em dois minutos os repórteres estarão
aqui, esse plano de vocês tem muita coisa em jogo.
- Aprendi uma coisa com George R.R.
Martin “Nos jogos dos tronos ou você ganha ou você morre, não há meio termo.”.
– ele olhou pela janela e sinalizou para descermos. Uma sensação de orgulho
tomava conta de mim, subimos no palanque, ele se sentou em uma das cadeiras e
eu fui falar:
- Nesse último mês perdemos nosso
estimado Dimitri Hitchens, nós três estávamos conversando sua saída do cenário
político, ele tentava a todo custo me fazer voltar pra casa, depois da morte da
minha esposa Alice eu me isolei e ele me propôs colocar trabalho acima dos
problemas- as pessoas escutavam atentas, alguns flashes esse era o único
barulho que emitiam. - Acho que não era isso que ele estava falando sobre
descansar, aquilo foi assassinato. Eu recebi uma carta do meu amigo Cyril
falando todos os acontecimentos que sucederam na minha ausência e outra carta
de Dimitri.
“Garoto, sei que você perdeu muito em
menos de 20 anos, pai, mãe e agora sua esposa, quero lhe oferecer o cargo do
seu pai, muito embora queria que você assumisse o Ministério, chega um tempo
que o corpo pede descanso, se não quiser ficar, pelo menos interinamente até
termos uma votação. Quero que saiba que
em qualquer coisa que precisar pode contar comigo.
Do seu amigo Dimitri Hitchens”
- Depois disso, eu não posso e não vou
deixar o assassino do meu amigo impune, meu 1º ato de governo será achar esse
ser maligno que matou uma pessoa tão boa quanto Dimitri.
Todos no local estavam me aplaudindo, a
aceitação foi maior que o esperado. Agora eu era o Ministro da Magia, agora o
plano estava indo muito, muito bem.
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